sábado, 24 de outubro de 2009

"Terapia é aquilo que te ajuda a enxergar o que você, por comodismo, se recusa a ver"*

O que será que se esconde no meu inconsciente? Todo mundo esconde algo em algum momento, que incomode ou não, que traga consequencias ruins, ou boas, ou não.
O que será que causa minhas noites insones, acaba com minha saúde...? O que meu comodismo não permite que eu pense sobre?
A mente humana é tão complexa que é possível esconder algo nela, de tal forma que não conseguimos trazer à consciencia. A psicologia é fantástica! É possível que haja algo que, para se concertar, haveria sofrimento e/ou grande esforço, de forma que seu cérebro automaticamente finge que aquilo não existe, não acontece.
Me assusta o momento em que eu me deparar com a verdade que me incomoda. Pois se as consequencias que sinto são significativas, a coisa não deve ser pequena.

*Palavras de uma psicóloga foda, que mesmo conhecendo pouco já tem uma considerável confiança da minha parte.


My mood today: smile

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

pardon me

Por que as vezes temos que machucar quem amamos? cry

E por que, se não apareceram escolhas, a culpa nos corrói por dentro?

domingo, 4 de outubro de 2009

Ansiedade.

Já não lembro mais quando foi a última vez que tive paz, já não consigo me concentrar e fazer o que nasceu comigo na minha personalidade; persistir. E a vontade de chutar o balde é ainda mais desesperadora. Não me acostumei a perder...
As responsabilidades crescem e com elas a impressão de que o que eu quero (e preciso) conquistar está cada vez mais longe. Distante da minha realidade.
Talvez isso tudo não passe de uma não-aceitação de que minha infância ficou para trás.
Será que a vida ainda me dará chances de sentir aquela paz?

My mood today: neutral

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sexta-feira foi mágica, vi meus tios realizando o que eu sempre sonhei em realizar pra mim. Ganhei dois primos, meus únicos por parte de mãe, adotivos. Um casal de gêmeos, tão lindos. Chegaram trazendo alegria e... trabalho! Senti como era a experiência, nossa, incrível. Os senti nos meus braços, dei mamadeira, brinquei. Seus olhinhos espantados mal sabiam como suas vidas mudaram a partir dessa sexta-feira que parecia uma outra qualquer. Seus sorrisos demoraram, mas uma hora apareceram. As gargalhadas encheram a casa com algo novo e gostoso, com essa energia de criança, com a bagunça e brincadeiras. Um dia ainda vou ter essa sensação de transformar pequenas vidinhas, de acolher criaturas inocentes, consequência de inconsequentes. E são tantos... só em um orfanato haviam 150 deles. Eu não consigo ver sentido em por mais no mundo com tantos precisando. Nem me parece justo. São seres humanos! Acho que temos uma certa obrigação em ajudar, eu me sinto assim. A experiência de ter filhos biológicos pode ser maravilhosa (e ainda não sei se realmente deixaria de experimentar), mas vejo a mesma satisfação na adoção.
Enfim, que sejam bem-vindos Mariana e Lucas.


My mood today: sad <~ culpa da UERJ.

domingo, 30 de agosto de 2009

Um dia ensolarado e florido, fazendo calor no sol e frio na sombra. Me faz olhar pela janela e lembrar como os domingos mudaram, porque agora são felizes. Um incomparável colorido emana-se do jardim. O sorriso no meu rosto me desespera por não saber como sobrevivi a tantos dias que eram exatamente como esse e que, porém, dentro de mim era tudo tão diferente. A vida não valia à pena, havia apenas escuridão e tédio, textos, desabafos e músicas tristes, falta de sentido, reclamações, lamentações, depressão e lágrimas. O que faltava, afinal?
O brilhante verde que invade meus olhos e o canto dos pássaros me fazem esquecer o que passou e abraçar o dia, que hoje é lindo.
Olho para ele, quem me ensinou sobre o verdadeiro amor e o amor próprio, sobre a vida, e me proporcionou grande amadurecimento e evolução, propositalmente ou não. Seriam essas as causas da minha atual felicidade? Observo agora meu quarto, meus livros, a janela, a estranha certeza de que meus domingos de antes jamais voltarão.



My mood today: biggrin

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Já não posso mais suportar a pressão. Nessas circuntâncias eu me fecho no meu mundo e crio minha própria visão do que há lá fora. Competição; abomino essa palavra desde sempre e, aqui dentro, ignoro, finjo que ela não existe. As vezes não sou compreendida, mas nada posso fazer[isso soôu emo?].
Não tenho condições nem saúde pra disputar com mais de 40 memórias e intelectos, competitivos, cada uma das 160 vagas de onde gostaria de estar em 2010. Já me desgastei demais esse ano, tive problemas de saúde pequenos, mas freqüentes. Acho que devo me respeitar... fazer do meu jeito e aprender no meu ritmo, nem que dure anos pra conseguir. Porque eu infelizmente não funciono sob pressão em excesso, e além do mais tenho muito tempo de vida pela frente, creio. Não quero ter pressa, não posso ter pressa, preciso não ter pressa.
Quanto aos concorrentes, prefiro esquecer que existem. Tudo vem de mim. Tudo vai depender de mim. Vai ser assim.
É injusto ter que decidir minha vida tão cedo... tão de repente.


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*É meio um desabafo, meio uma determinação, espero que consiga segui-la.

*Devido à minha excessiva inconstância, meus posts já foram apagados várias vezes, apesar de eu tentar, sinceramente, evitar.

*No meu blog, tenho o direito de ignorar o novo acordo ortográfico até me acostumar com essa porcaria. (de errar também xD)